CIRURGIAS ODONTOLÓGICAS
- coacentroodontoavan
- 6 de out. de 2017
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O que são Cirurgias Odontológicas?
É a especialidade que contempla todas as intervenções manuais ou auxiliadas por instrumentos no tratamento de doenças ou traumatismos, no limite da face e tecidos relacionados do paciente. Do grego kheirourgía, “trabalho manual”, e pelo latim chirurgia = “cirurgia”.
Benefícios:
Ações que possibilitam a remoção de tecidos comprometidos por doença, trauma ou indicação eletiva por estética, com o objetivo de recuperar a saúde e o bem-estar do paciente. Há também técnicas de reposição de tecidos comprometidos, enxertos, sejam eles de tecido gengival ou ósseo, com o objetivo de viabilizar tratamentos reabilitadores.
Cirurgia oral menor: Remoção de dentes do siso ou comprometidos, lesões infecciosas (granulomas e cisto), excessos de tecido gengival, excessos de tecido ósseo.
Traumatologia: Ações de redução, contenção e estabilização de fraturas nos ossos da face e dentes.
Implantodontia: Ação cirúrgica de inserção de pinos de titânio/zircônia para a reposição de raízes dentais perdidas.
Enxertia: Procedimentos de reposição e complementação de tecidos ósseos perdidos, através de tecidos do próprio paciente (autógenos) ou de tecidos de outros indivíduos (heterógenos = banco de ossos) ou de outras espécies (alógenos = ossos equinos, porcinos ou bovinos) e ainda os sintéticos (materiais não biológicos = cerâmicas, gesso). No caso de tecido mole, no Brasil, autógenos e sintéticos apenas.
Ortognática: Procedimentos cirúrgicos planejados para o reposicionamento da relação maxila-mandíbula.

Riscos por falta de tratamento
Dentes comprometidos e infectados devem ser tratados ou removidos, pois a não observância da infecção pode causar o envolvimento de elementos e tecidos adjacentes ou até o envolvimento de outros órgãos:
Lesões infecciosas não tratadas podem levar à perda de elementos dentais;
Lesões agudas, com abcesso (formação de coleção purulenta), podem evoluir e drenar na face, com grande comprometimento estético facial. Quando na arcada inferior, mandíbula, há risco de evoluir para o pescoço até atingir estruturas do mediastino, com bacteremia nos tecidos cardíacos (pericardite bacteriana) com risco de morte;
Fraturas não reduzidas e estabilizadas podem formar uma fibrose ou “soldar” em posição que comprometem a função.